
Inventário, testamento e planejamento da herança
Herança mexe com luto e com dinheiro ao mesmo tempo. O Direito Sucessório organiza a passagem dos bens de uma pessoa para a família, antes ou depois da morte, e define quem recebe o quê, em que prazo e com qual imposto.
Cinco situações comuns de quem organiza ou recebe uma herança.
Inventário, na Justiça ou em cartório
Testamento
Planejamento sucessório, feito em vida
Holding familiar e organização do patrimônio
Imposto sobre herança (ITCD)
Do primeiro contato até saber qual é o caminho.
Serve para entender o caso. Você conta o que aconteceu e nós ouvimos.
Com os papéis em mãos, dizemos se há o que fazer e qual é o caminho: um inventário em cartório ou na Justiça, um testamento ou um planejamento feito em vida.
Você sai sabendo quais são os prazos e o que acontece a seguir.
A VSO atua em processos no STJ e no STF. Quando o seu caso exigir, ele segue até Brasília com a mesma equipe.
As perguntas desta área, com resposta direta.
Sem acordo, o inventário deixa de poder ser feito em cartório e segue pela Justiça, onde o juiz decide os pontos em que os herdeiros não concordam. Isso leva mais tempo e custa mais, por isso vale tentar o acordo com a ajuda de advogado antes. Herdeiro menor de idade ou incapaz também leva o inventário para a Justiça, mesmo com acordo.
Pode. Em até 48 parcelas mensais, ou 8 semestrais, quando a herança ou a doação não inclui dinheiro, títulos ou ações suficientes para pagar o imposto, ou quando a cobrança vem de uma fiscalização. Nos outros casos, em até 12 vezes, dentro do mesmo ano. Cada parcela tem um valor mínimo, e, em regra, a escritura do inventário ou da doação só é feita com o imposto pago.
Direito SucessórioA primeira conversa serve para entender o que está acontecendo e dizer com clareza qual é o caminho.
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